A Cartilha Agrotóxicos – Riscos e Cuidados, uma iniciativa do Departamento de Segurança, Saúde e Bem-Estar do Trabalhador da Fetar-RS, juntamente com o Centro Estadual de Vigilância em Saúde (CEVS/RS), a Fundacentro, a Superintendência Regional do Trabalho no Rio Grande do Sul, o Ministério Público do Trabalho no RS, o Sindicato dos Técnicos em Segurança do Trabalho (SinditestRS), a Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil (CTB) e a Federação dos Trabalhadores na Agricultura (FETAG-RS), após o seu lançamento oficial, realizado em Porto Alegre, ganhou o Estado e mostrou-se um importante instrumento de conscientização dos empregadores e trabalhadores do campo com relação ao uso dos agrotóxicos.

De acordo com Sérgio Poletto, vice-presidente da Fetar-RS, que integra o coletivo, no interior do Estado, prefeituras, agentes de saúde, secretarias municipais de educação e universidades estão promovendo eventos para falar do tema e distribuindo a cartilha. “Nossa ideia com esse material, enquanto federação, sempre foi a de dar a ferramenta para que localmente o conteúdo fosse trabalhado por nossos parceiros. Só assim conseguiríamos atingir aquele assalariado rural, que trabalha bem no interior do Estado. E conseguimos”, destaca Poletto.

Representantes da diretoria da Fetar-RS têm sido requisitados para participar de eventos nas regiões, em parceria, para divulgação do material e discussão do tema. No dia 19 de julho, foi promovido um lançamento regional da cartilha, em Vacaria, que contou com a participação da Fetar, autoridades locais, entidades, o Instituto Federal de Educação do RS, representantes das secretarias de saúde e educação do município, imprensa e Sicredi, que é o apoiador da primeira tiragem do material.

No dia 13 de agosto, em Pelotas, será feito novo lançamento local da cartilha. E no dia 17 do mesmo mês, em Igrejinha, acontece seminário que discutirá o tema da sucessão rural. Sérgio Poletto foi convidado para participar, falando sobre a cartilha e o uso de agrotóxicos no campo.

Outros lançamentos e eventos estão sendo discutidos. A avaliação do presidente da Fetar-RS, Nelson Wild, é positiva. “A mobilização de parceiros em todo o Estado era um desejo nosso, mas sua materialidade é algo que nos alegra. Quando pensamos a cartilha, a víamos como um instrumento a ser levado. Quanto mais parceiros tivermos, mais vamos conseguir fazer chegar a informação para quem precisa, quem trabalha com agrotóxicos e está em risco por falta de informação”, apontou.

Texto: Juliana Figueiró Ramiro – Assessoria de Comunicação Fetar-RS