Vicente Selistre (D) destaca que o dinheiro do sapateiro é sagrado e os recursos são investidos em melhorias e avanços na luta por dias melhores.

O Sindicato dos Sapateiros de Campo Bom não abre da defesa dos direitos dos trabalhadores, bem como, para nós cada centavo oriundo das mensalidades dos associados é sagrado e é aplicado onde a categoria define através do Plebiscito do Orçamento. A transparência e a democracia aliada a participação direta dos sapateiros é uma realidade em nossa entidade. 


Num passado não muito distante em função da crise que se abateu sobre Campo Bom com o fechamento de várias empresas, inclusive sobre a Reichert (a maior da cidade), pela omissão das autoridades do município, logo em seguida os reflexos do fechamento de milhares de postos de trabalho chegaram ao Sindicato com a diminuição dos associados. 


Em conseqüência desta crise o Sindicato apresentou um pequeno déficit que foi usado “pelas bocas malditas”, numa campanha sórdida e difamatória, organizada por aqueles que um dia disseram em jornais que o sapato tinha acabado e que o ideal seria Campo Bom produzir “bonecas infláveis”, pois estes mesmos usaram  este momento de crise para apregoar que o Sindicato fecharia suas portas ainda em 2010, porém como diz o companheiro Vicente “O sapato não tá morto. Nossa vocação é produzir calçados. Defendemos o sapato e o sapateiro”. 


Pois o Sindicato se mobilizou buscou alternativas, trouxe novos sócios, desenvolveu um projeto de contenção de despesas, diminui gastos e aos poucos a crise  foi cedendo também fruto dos projetos do governo Lula e agora da presidente Dilma. No final de 2011 o nosso Sindicato apresentou um superávit de R$ 91.136,85  ou seja, as despesas foram pagas, a manutenção e ampliação dos serviços em todas as áreas, manutenção da frota de veículos e do patrimônio, investimentos na luta por melhores salários, tudo pago e ainda sobraram quase 100 mil reais. Isto é uma prova de que para o Conselho Geral do Sindicato, o dinheiro dos sapateiros é sagrado e deve ser bem aplicado e nem usamos telões pelos bairros para propagar tal acontecimento.


Fonte: Assessoria de Imprensa do Sindicato dos Sapateiros de Campo Bom